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"Reforço de peso: Abilio convoca o 'Japonês da Federal' para o time de Cuiabá."

Com a nomeação de Newton Ishii para o cargo de secretário adjunto, o prefeito de Cuiabá quer mostrar que a transparência na capital agora tem rosto, nome e, possivelmente, um par de algemas de reserva.

7 de março de 2026

CUIABÁ – O prefeito Abilio Brunini acaba de elevar o conceito de "segurança no trabalho" a um novo patamar. Em uma jogada que mistura marketing político com uma pitada de suspense policial, o Paço Municipal agora conta com a presença de Newton Ishii, mundialmente conhecido como o "Japonês da Federal".


O objetivo declarado é implementar práticas de compliance e combate à corrupção. Na prática, a nomeação serve como um lembrete visual constante para qualquer um que pense em "arredondar" números no orçamento: o homem que se tornou o símbolo da Lava Jato agora bate o ponto na capital mato-grossense.


Entre o Medo e o Compliance

A chegada de Ishii gerou o que os cientistas políticos chamam de "reações mistas" na Câmara Municipal. Traduzindo do "politiquês": metade dos vereadores está aplaudindo a moralidade, enquanto a outra metade está conferindo se o próprio CPF está em dia.

Abilio aposta que a experiência de campo de Ishii será fundamental para blindar a gestão. Resta saber se o compliance vai funcionar na base do diálogo ou se o simples som dos passos do novo secretário nos corredores já será o suficiente para manter todo mundo na linha.


O "Efeito Japonês"

Dizem que, desde o anúncio, o café da prefeitura nunca foi tomado tão rápido e as planilhas nunca foram entregues com tanta antecedência. Afinal, ninguém quer ser o protagonista da próxima foto de jornal ao lado do secretário adjunto — a menos que seja para uma selfie de boas-vindas, é claro.


Bastidores: Enquanto uns veem uma jogada de mestre para limpar a imagem da administração, outros brincam que a prefeitura agora tem seu próprio "xerife adjunto". De qualquer forma, o recado foi dado: em Cuiabá, a fiscalização agora fala japonês.

Informação sem filtro, sem paciência e, principalmente, sem a sua aprovação. A gente te conta a verdade, mas o deboche é por nossa conta. Se a notícia parece piada, a culpa não é nossa — a gente só faz o roteiro.

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