Congestionamento no Paiaguás: Sete nomes já disputam o 'GPS' para o Governo de MT em 2026
De veteranos do império Campos a novatos da 'nova política', a fila para o trono está maior que fila de banco em dia de pagamento
12 de abril de 2026

Se você achava que a disputa pelo Governo de Mato Grosso seria um duelo de cavalheiros, pode preparar a pipoca. Pelo menos sete nomes já estão aquecendo o gogó e gastando sola de sapato como pré-candidatos. O Palácio Paiaguás virou o objeto de desejo de um grupo que vai da tradição secular à "renovação" que já nasce com sobrenome forte.
Na linha de frente, temos o eterno Jayme Campos (União), que parece ter o nome registrado em cartório para qualquer eleição majoritária. Ao lado dele, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) tenta provar que não quer ser apenas o "eterno segundo", enquanto o senador Wellington Fagundes (PL) aposta no peso do bolsonarismo para carimbar o passaporte. E para quem acha que só tem barba no jogo, Natasha Slhessarenko (PSD) surge tentando costurar uma terceira via com o peso do legado familiar e o apoio de Carlos Fávaro.
O problema de ter sete nomes na mesa é que a conta nunca fecha. É muita estrela para pouco céu e muito ego para pouco palanque. Enquanto eles se posicionam para as fotos e articulam nos bastidores, o eleitor assiste ao "Festival de Promessas 2026". A pergunta que fica no O Sinceralista é: quem desses sete vai realmente chegar em outubro com fôlego, e quem está apenas "fazendo tipo" para garantir uma vaguinha de senador ou um cargo de luxo no próximo governo?
