Datafolha tenta 'ressuscitar' o Amor: Empate técnico em 2026 é o jeito educado de dizer que o plano falhou
Mesmo com a ajudinha estatística de sempre, Lula não consegue se descolar de Flávio Bolsonaro; a 'picanha' virou ovo e a popularidade derreteu
11 de abril de 2026

Sabe aquela história de que "os números não mentem, mas os mentirosos fabricam números"? Pois é. O novo levantamento do Datafolha saiu e, milagrosamente, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em um "empate técnico" para 2026. Para quem conhece o histórico da empresa, se eles admitiram que o adversário está numericamente à frente (46% a 45%), é porque na vida real o "01" já deve estar dobrando a esquina na liderança.
O "Pai dos Pobres" descobriu que governar via aeroporto e gastar com hotel de luxo não enche a geladeira do povo. A popularidade, que o consórcio de imprensa tenta manter no soro, finalmente deu sinais de óbito. Lula está descobrindo que o eleitor não come "janonismo" e que a conta da economia chegou. Do outro lado, a direita nem precisou fazer esforço: bastou deixar o governo falar para o povo sentir saudade do que criticava antes.
A pesquisa ainda tenta colocar Caiado e Zema no bolo, mas o recado é claro: o brasileiro está cansado de promessa de picanha que vira imposto sobre a blusinha da Shein. Se o Datafolha, que sempre dá aquele "empurrãozinho" para a esquerda, já mostra o Flávio na frente numericamente, imagina o clima nos bastidores do PT. É hora de encomendar o estoque de ansiolítico, porque o "Amor" está perdendo para a realidade.
