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"Diplomacia do Hashi: Abilio recebe o Cônsul do Japão e Cuiabá vira a 'Capital do Sol Nascente' (e do calor escaldante)."

Prefeito discute parcerias com Jiro Takamoto para atrair investimentos e fortalecer a cultura japonesa, enquanto a cidade se prepara para uma feira cultural onde o único "shoyu" aceito é o que tempera a nossa economia.

4 de março de 2026

CUIABÁ – O Palácio Alencastro viveu um dia de protocolo imperial nesta quarta-feira (4). O prefeito Abilio Brunini recebeu o cônsul-geral adjunto do Japão, Jiro Takamoto, para uma conversa sobre economia, turismo e cultura. Pelo visto, Cuiabá decidiu que o futuro não é só o agronegócio, é o intercâmbio tecnológico com o país dos animes.

O objetivo da reunião foi estreitar laços e apresentar Cuiabá como a "terra das oportunidades" para os empresários japoneses. O prefeito, claro, destacou que a capital mato-grossense está pronta para investimentos, talvez sugerindo que o Japão nos ajude a resolver o trânsito com trens-bala (ou pelo menos com um BRT que não pare no meio do caminho).


Compliance com Sotaque

A visita acontece em um momento curioso: na mesma semana em que o famoso "Japonês da Federal" (Newton Ishii) foi nomeado secretário-adjunto para cuidar do compliance da prefeitura. Se o cônsul achou que ia encontrar apenas cerrado e calor, deu de cara com a maior concentração de figuras "nipônicas" por metro quadrado no gabinete municipal. Só falta agora o Abilio anunciar o Godzilla como secretário de Obras para derrubar o que está atrasado.


Feira Japonesa e Intercâmbio

Além dos negócios, o foco foi a Feira Cultural Japão, que acontece agora no final de março no Museu do Rio. O evento promete gastronomia típica e apresentações artísticas, transformando o Porto em um pedacinho de Tóquio. É a chance do cuiabano trocar o pacu frito por um sashimi, mas sem esquecer de passar o filtro solar fator 90, porque nem o Monte Fuji protege do nosso sol.


Nota do Observador: A prefeitura garante que a aproximação com o Japão vai gerar "visibilidade internacional". Resta saber se os investidores japoneses estão vindo pelo potencial econômico ou se apenas ficaram curiosos para saber como a gente consegue fritar um ovo no asfalto sem usar um fogão de indução.

Informação sem filtro, sem paciência e, principalmente, sem a sua aprovação. A gente te conta a verdade, mas o deboche é por nossa conta. Se a notícia parece piada, a culpa não é nossa — a gente só faz o roteiro.

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