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O Plano de Ressurreição: Pedro Taques reaparece em Brasília e mira o Senado em 2026

Ex-governador busca apoio de Geraldo Alckmin para voltar ao jogo político; estratégia foca em recuperar espaço na capital federal após anos de isolamento

19 de abril de 2026

O tabuleiro político de Mato Grosso ganhou um novo lance estratégico nesta semana. O ex-governador Pedro Taques (Solidariedade) deu as caras em Brasília para uma reunião de "pé de ouvido" com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). O movimento é uma tentativa clara de lubrificar as engrenagens para disputar uma cadeira no Senado em 2026, apostando que o tempo na "geladeira" foi suficiente para pavimentar seu retorno ao cenário nacional.


Apesar do tom diplomático do encontro, Taques carrega uma mochila pesada de história. No corpo da sua estratégia de defesa, ele agora soma uma vitória jurídica: foi recentemente absolvido no caso da "Grampolândia Pantaneira", o escândalo de espionagem ilegal que monitorou adversários e jornalistas durante seu governo. Se na Justiça o "doutor" conseguiu o "nada consta" por improbidade, nas ruas o desafio é convencer o eleitor de que os fantasmas do passado foram enterrados. 


Além do polêmico episódio dos grampos, o ex-governador ainda precisa lidar com as cicatrizes das brigas com os servidores públicos pelo RGA e a lembrança das urnas, que não foram gentis em 2018 e 2020. Ao colar na imagem de centro de Alckmin, o "Baixinho" tenta mostrar que sua biografia está pronta para um novo capítulo, mas o eleitor mato-grossense é quem decidirá se essa volta terá audiência ou se o filme já é repetido.

Informação sem filtro, sem paciência e, principalmente, sem a sua aprovação. A gente te conta a verdade, mas o deboche é por nossa conta. Se a notícia parece piada, a culpa não é nossa — a gente só faz o roteiro.

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