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O Preço do Silêncio em VG: Kleberton Feitoza joga "granada de 100 mil" no colo da gestão Moretti

Vereador afirma ter rejeitado oferta de mesada polpuda e controle total de secretaria para baixar a guarda contra a Prefeitura; denúncia de suborno promete arrastar ex-gestores e parlamentares para o olho do furacão

22 de abril de 2026

Se alguém achou que os bastidores de Várzea Grande já tinham atingido o limite do absurdo, o vereador Kleberton Feitoza provou que o fundo do poço tem mola. Ele veio a público com um relato explosivo: tentaram comprar sua paz com uma oferta de R$ 100 mil mensais e, de quebra, as chaves de uma secretaria inteira para ele mandar e desmandar. No "sinceralismo" de balcão, parece que a tentativa de domesticar o parlamentar custaria caro aos cofres ou às alianças da prefeita Flávia Moretti.


Mas o tiro parece ter saído pela culatra. Feitoza sustenta que encarou a prefeita e deu um ultimato digno de delegacia: avisou que o caminho dela é o xadrez, já que "jabaculê" não faz parte do seu vocabulário ético. O clima, que já era de desconfiança, virou pânico generalizado. O vereador não quer apenas a cabeça da atual gestora; ele prometeu abrir a "caixa preta" de administrações passadas, colocando na mira dois ex-prefeitos e uma bancada inteira de parlamentares que ainda respiram o ar do Legislativo.


Agora, a cidade vive sob o efeito do "modo insônia". Enquanto as provas não aparecem, o que sobra é o desespero de quem teme ver seu nome em uma lista de delação. Se Feitoza entregar os recibos dessa tentativa de suborno, o mandato de Flávia Moretti vira um castelo de cartas em plena ventania. A contagem regressiva para uma nova Comissão Processante já começou, e desta vez, o "Homem-Bomba" parece estar com o dedo colado no detonador.

Informação sem filtro, sem paciência e, principalmente, sem a sua aprovação. A gente te conta a verdade, mas o deboche é por nossa conta. Se a notícia parece piada, a culpa não é nossa — a gente só faz o roteiro.

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