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Reais e Soberanos: Estaduais terminam com os favoritos limpando a prateleira de troféus

De Palmeiras a Mixto, a lógica imperou nos gramados brasileiros. O Alvinegro da Vargas voltou a mandar no Cerrado, enquanto o "Eixo" manteve os suspeitos de sempre no topo.

1 de abril de 2026

O "Super Março" dos Estaduais acabou e a zebra resolveu tirar férias. Em Mato Grosso, o Mixto confirmou que sobrenome pesa e levou o seu 25º título estadual, fazendo a festa da torcida no Dutrinha. Já nos grandes centros, o roteiro foi o de sempre: o Palmeiras faturou o seu 27º Paulistão (provando que o Abel Ferreira tem um pacto com a vitória) e o Flamengo chegou ao seu 40º Carioca, gastando mais em bicho do que muito time gasta no ano inteiro.


No Sul, o Grêmio levantou a 44ª taça e na Bahia o Esquadrão levou a 52ª. A conclusão é óbvia: o futebol brasileiro é o único lugar onde a mudança é anunciada todo ano, mas o resultado final é o mesmo de dez anos atrás. Se você esperava uma revolução dos pequenos, melhor esperar sentado na arquibancada do Fiotão.

Informação sem filtro, sem paciência e, principalmente, sem a sua aprovação. A gente te conta a verdade, mas o deboche é por nossa conta. Se a notícia parece piada, a culpa não é nossa — a gente só faz o roteiro.

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