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"Várzea Grande: Prefeita diz que proibir carroça 'custa caro' e deixa o chicote estalar."

Prefeita Flávia Moretti veta fim das carroças e prova que o “Uber de Tração Animal” é o futuro da economia várzea-grandense.

9 de março de 2026

Várzea Grande, a cidade que se recusa a ser apenas a "vizinha de Cuiabá" e luta bravamente para ser a capital mundial da nostalgia medieval. A prefeita Flávia Moretti acaba de dar um "cavalo de pau" (com o perdão do trocadilho) no progresso ao vetar o projeto de lei que proibia o uso de veículos de tração animal no município. É isso mesmo: enquanto o resto do mundo discute carros elétricos e inteligência artificial, VG reafirma seu compromisso com a emissão zero de carbono... e a emissão máxima de estrume pelas ruas.


O "Risco Fiscal" do Burro

A justificativa para manter o chicote estalando? O temido "risco fiscal". Segundo a prefeitura, proibir as carroças custaria caro demais para os cofres públicos. Parece que substituir um jegue por um motocultivador ou um carrinho elétrico causaria um rombo tão grande nas contas que a cidade entraria em colapso. É emocionante ver o zelo da prefeita com o dinheiro do contribuinte: entre proteger o bem-estar animal e economizar uns trocados para o próximo show de sertanejo no aeroporto, o burro que se vire.


A Câmara: O Próximo Picadeiro

Agora, a batata quente (ou a cenoura) está nas mãos dos vereadores. O veto será analisado pela Câmara Municipal, onde nossos nobres parlamentares decidirão se Várzea Grande continua sendo um cenário de filme do Mazzaropi ou se finalmente entra na era da roda de borracha. A expectativa é alta: será que os vereadores vão manter o veto para garantir que o trânsito da FEB continue tendo aquele charme bucólico de 1850?


Nota do Editor: Se a moda pega, o próximo passo da prefeitura é trocar a frota da Guarda Municipal por pôneis de combate e substituir os radares de velocidade por fiscais com ampulhetas. Afinal, inovação custa caro, e o alfafa está com um preço ótimo no mercado.

Informação sem filtro, sem paciência e, principalmente, sem a sua aprovação. A gente te conta a verdade, mas o deboche é por nossa conta. Se a notícia parece piada, a culpa não é nossa — a gente só faz o roteiro.

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